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HISTÓRICO ACADÊMICO

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TESTE SEUS CONHECIMENTOS NESTES JOGOS.

TESTE SEUS CONHECIMENTOS NESTES JOGOS 

 

 

 

 

 

 

 

 

                     


TENHA OS MELHORES EXPERIMENTOS, PARA VOCÊ FAZER UMA BOA AULA

CRIADO POR : LÚCIO ANDRADE SILVA (ESTUDANTE DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA )

APOIO : COORDENAÇÃO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA ( UEPB )

PROFESSORES :  ANTONIO NÓBREGA, JURACY REGIS JUNIOR e VANUSIA FRANÇA 

 © Copyright 2009.     Campina Grande - Paraíba - Direitos reservados.
  O ovo vai nu

Material
   
  Ovo cru.
      Copo de vidro.

Compostos
      Vinagre. (ácido acético)
 

   Procedimento

       1. Enche com vinagre metade do volume total de um copo.
     2. Deita o ovo no copo. O que observas? (
adiciona mais vinagre se este não cobrir            totalmente o ovo)
     3. Observa as bolhas de gás a formarem-se na superfície da casca do ovo.
     4. Observa periodicamente o que acontece nas próximas horas.
     5. Ao fim de um dia vais poder constatar que o ovo está completamente nu e que este está maior do que inicialmente.

   O porquê?

Agora já sabes como remover a casca de um ovo cru sem o partir. A casca do ovo é constituída por um composto químico chamado carbonato de cálcio. Relativamente ao vinagre, este é uma solução diluída de ácido acético. Na presente experiência, o ácido acético reage com o carbonato de cálcio contido na casca do ovo, originando como produto de reação o dióxido de carbono. A reação dá-se mais depressa nos instantes iniciais porque os reagente estão na sua máxima concentração.
No final da experiência, o ovo sem casca permaneceu integro. Isso é devido à existência de uma membrana que não reage com o vinagre. No entanto, esta membrana tem a capacidade de permitir a migração do vinagre do exterior para o interior do ovo através desta. O mesmo não se pode afirmar para a gema e com a clara. O fato do ovo estar maior no final da experiência é devido à migração do vinagre para o interior do ovo e à inexistência de migração de gema e clara para o exterior. Ou seja, estamos na presença de uma membrana seletiva de origem natural. Agora que já entendeste esta experiência já sabes como tirar a roupa a um ovo e como o engordar artificialmente.
O impossível torna-se possível! Experimenta e diverte-te!FONTE: http://cienciaemcasa.cienciaviva.pt/ovonu.html

 

Pó na superfície

Material
      Dois copos.
      Pó de talco.
      Dois palitos.
Compostos
      Água.
      Detergente.
      Xampu.

   Procedimento

     1. Enche dois copos de água.
     2. Deita pó de talco na superfície dos dois copos.
(não deites muito pó de talco. Deita só o suficiente para cobrir a superfície)
     3. Molha a ponta de um dos palitos no xampu.
     4. Toca o centro da superfície de pó de talco, de um dos copos.
     5. O que observas?
    6. Molha a ponta do segundo palito num detergente.
(podes utilizar um detergente vulgar)
     7. Toca o centro da superfície de pó, contida no outro copo.
     8. O que observas?

   O porquê?

As moléculas de água que se encontram à superfície sofrem atrações fortes para o seio do líquido, não sofrendo atrações no sentido oposto. Este fato implica que na superfície da água existam forças não compensadas, conferindo à água um fenômeno chamado tensão superficial.Ao adicionar pó de talco à água vai-se estabelecer um equilíbrio entre as moléculas de água e o pó. As partículas de pó de talco vão-se manter à superfície, porque a água não as consegue cobrir, sendo isso devido à tensão superficial. Com a adição do xampu ou do detergente ao centro da superfície, a tensão superficial vai baixar nesse ponto, fazendo com que a água se mova para as paredes do copo (papeis teimosos). O movimento da água para as paredes do copo arrasta o pó de talco, quebrando a superfície deste.                      Entretanto, existe uma diferença entre o detergente e o xampu, relativamente à sua capacidade de baixar a tensão superficial da água. O detergente é um agente tenso ativo forte, enquanto que o xampu é um agente tenso ativo moderado. As fendas na superfície de pó observadas para o detergente são superiores às observadas para o xampu. Também se verifica que o detergente, por se um agente forte, faz com que as partículas de pó passem a ser cobertas pela água, submergindo até ao fundo do copo. Sabias que o limão também é um agente tenso ativo?
 
FONTE: http://cienciaemcasa.cienciaviva.pt/po.html

 

Bolas de sabão a flutuar

Material
      Copo.
      Arame.
   Jarra grande e transparente.

 
Compostos
      Água.
      Detergente.
      Vinagre.
      Bicarbonato de sódio.

 Procedimento

     
1. Faz um círculo com o arame. Vais utilizar esse círculo para fazeres bolas de sabão.
     2. Prepara uma solução de detergente e água para fazeres bolas de sabão. (deitar meio copo de detergente e meio copo de água)
     3. Deita três colheres de bicarbonato de sódio na jarra.
     4. Deita um copo de vinagre na jarra. ( o bicarbonato e vinagre vão começar a reagir logo de imediato, formando-se o dióxido de carbono)
     5. Depois da reação cessar, faz bolas de sabão, tentando que estas entrem na jarra. ( não se deve fazer bolas de sabão diretamente para a jarra, porque pode forçar-se o dióxido de carbono a sair)
     6. Quando a bola de sabão entrar na jarra, podes verificar que vai ficar suspensa.
     7.
Podes então observar vários pormenores: O tamanho da bola altera-se? A bola fica suspensa para sempre? A sua posição varia com o decorrer do tempo?

 O porquê?

Por que será que as bolas de sabão flutuam nesta experiência?

Praticamente todos nós já brincamos com bolas de sabão. Entretanto, poucas pessoas tiveram a grande oportunidade de as observar de perto. As bolas de sabão são tão frágeis e leves que facilmente são arrastadas por uma brisa, ou simplesmente, rebentam logo que tocam uma superfície.                                                                                                                                         Por serem muito leves, as bolas de sabão flutuam num gás ligeiramente mais denso do que o ar. Nesta experiência o gás incolor utilizado é o dióxido de carbono, produzido pela reação do bicarbonato de sódio com o ácido acético (vinagre). O fato da densidade do dióxido de carbono ser superior à do ar faz com que este fique reservado no fundo da jarra. Quando as bolas de sabão, cheias de ar, entram em contacto com o dióxido de carbono, no fundo da jarra, ficam a flutuar neste. À medida que as bolas de sabão flutuam, o seu volume vai aumentando. Enquanto o seu volume vai aumentando, estas vão se tornando mais pesadas, afundando-se no dióxido de carbono. As bolas de sabão crescem porque o dióxido de carbono, que as rodeava, vai-se mover para o interior destas. O dióxido de carbono, por ser mais solúvel em água do que o ar, vai-se mover mais rapidamente para o interior da bola de sabão. Este fato é responsável pelo aumento do volume e peso da bola de sabão. Esta experiência é prova evidente de que o dióxido de carbono é mais denso e mais solúvel em água do que o ar.
 
FONTE: http://cienciaemcasa.cienciaviva.pt/bolas.html

 

Balão à prova de fogo

Material
     
Dois balões.
      Fósforos.
Compostos
     
Água.
Procedimento                    

                                                                          
     1. Enche um balão de ar e dá um nó à sua abertura.
     2. Acende um fósforo e coloca-o debaixo do balão cheio de ar.
     3. O que aconteceu? (o balão arrebenta instantaneamente)
     4. Pega noutro balão e deita um pouco de água para o seu interior. (podes deitar meio copo de água)
     5. Enche o balão de ar e dá um nó à sua abertura.
     6. Acende outro fósforo e coloca-o debaixo do balão. (deves colocar a chama do fósforo sob a parte do balão que tem água)
     7. O que aconteceu? (podes verificar que o balão arrebenta passado muito mais tempo, porquê?)

O porquê?
 

A idéia que temos de um balão cheio de ar é a de um objeto extremamente frágil. Temos a noção de que um balão arrebenta se o colocarmos junto a uma chama. Isto porque a chama ao enfraquecer a borracha faz com que esta não agüente a pressão exercida pelo ar contido no balão. Este fato é verificado na execução experimental que envolve o primeiro balão. No entanto, o segundo balão não arrebenta mesmo que a chama entre em contacto direto com a borracha. Porque será?                                                                                                                     A única diferença do segundo balão para o primeiro é este conter água no seu interior. A água no interior do balão "absorve" a maior parte do calor fornecido pela chama, não deixando que a temperatura da borracha aumente muito. Assim, a borracha não enfraquece o suficiente para não agüentar a pressão exercida pelo ar. A água é uma boa "armazenadora" de calor porque tem uma elevada capacidade calorífica. No dia a dia, sabemos o tempo que demora e a quantidade de calor necessária para levar a água ambiente à ebulição (100 ºC). Será que um balão com limalha de ferro no seu interior iria ter o mesmo comportamento? Porquê? Experimenta!
   
FONTE: http://cienciaemcasa.cienciaviva.pt/fogo.html

Fazer espuma

Material

     http://cienciaemcasa.cienciaviva.pt/imagens/ponto.gif Garrafas pet

Compostos

  • Vinagre;
  • Detergente;
  • Bicarbonato de sódio; Água.

 

 

 

 

 

Procedimento

1.  Coloque cerca de 25 ml de uma solução de vinagre com detergente numa proveta.

2.  Coloque cerca de 25 ml de uma solução de água com bicarbonato de sódio numa outra proveta.

3.  Misture as soluções numa proveta de 100 ml.

4.  Observe.

O porquê?

 A espuma é produzida pela libertação de dióxido de carbono da solução de detergente, quando o ácido acético do vinagre reage com o bicarbonato.H+ (aq) + HCO3- (aq)  ->  CO2 (g) + H2O (l)

FONTE: http://clubefq.com.sapo.pt/experiencias/fazer_espuma.html